Território do Brincar
Sala de Notícias: Terra da Brincadeira
O programa Sala de Notícias acompanhou a viagem da família de Renata Meirelles e David Reeks pelo Vale do Jequitinhonha, durante sua pesquisa
Mercado ético: Cozinhando no quintal
A matéria pode ser lida no site Mercado Ético ou a seguir: Entre panelinhas e comidinhas devidamente posicionadas para uma verdadeira brincadeira
Brincadeira do toco
Localidade: São Gonçalo do Rio das Pedras – Vale do Jequitinhonha – MG Alguns conhecem essa brincadeira pelo nome de Pula Sela
Carrinho de lata
Localidade: Tatajuba – Litoral do Ceará. Bem fácil de construir e ótimo para brincar, o carrinho de lata é sucesso entre os
Bila
Localidade: Tatajuba – Litoral do Ceará O jogo de bila vira febre em Tatajuba quando o tempo está úmido e o chão
Cavalinho de carnaubeira
Localidade: Tatajuba – CE Quando os meninos de Tatajuba inventam de laçar porcos pela comunidade, primeiro fazem os cavalinhos de folhas da
Pião de tucumã ou de cabaça
Localidade: Comunidade Indígena Panará – PA Quando os Panará foram transferidos de suas terras para dentro do Parque do Xingu, pelos irmãos
Brincadeira do Tucunaré
Localidade: Comunidade indígena Panará – PA Como surge uma brincadeira? Quem inventa? Às vezes é um peixe que ensina como brincar. Assim
Pista de Tampinhas
Localidade: Acupe – BA Ninguém marcou hora, combinou nada ou tampouco planejou o que iria fazer. A brincadeira surgiu do encontro
Batizado de bonecas de capim
Localidade: Comunidade de Abadia – Vale do Jequitinhonha – MG Em Abadia, as crianças fazem bonecas de um certo tufo de capim.
Balanço de embira
Localidade: Comunidade Indígena Panará – PA A experiência da vertigem é a chave dessa brincadeira, uma experiência corporal que fascina desde sempre
Moinho d’água
Localidade: Córrego da Velha – Vale do Jequitinhonha – MG Esse moinho que nos foi apresentado pelo Sr. Aristide, encanta ao girar
Comunidade de Abadia
Abadia é terra de gente sabedora de rezas, folias de reis, cantigas de roda, de fazer pão e biscoito no forno a
Aldeia Nasepotiti
Nasepotiti significa “morcego queimado”, comer morcegos era um costume antigo por parte dos índios Panará. Hoje os morcegos voam soltos pela aldeia
Comunidade Alto Santa Maria
Nosso primeiro paradeiro: comunidade Alto Santa Maria. Essa é uma comunidade de pomeranos instalada nas encostas da serra do município de Santa
Os Panará e suas crianças
Dados linguísticos e etno-históricos recentes mostram que os Panará do Peixoto Azevedo/ cabeceiras do Iriri são os últimos descendentes de um grupo
Desfile patriótico dessa “Brava Gente Acupense”
Há dias que não se fala em outra coisa a não ser no desfile de 7 de Setembro. As escolas estavam em
Brincadeira da queixada (Nankiô)
Os Panará contam que antigamente os bichos também eram gente. Assim como os humanos, os bichos também faziam aldeias, festas, caçadas. Os
Concertina
Como as crianças aprendem uma tradição? Como seguem o ritmo da vida e da cultura de um povo? Normalmente, fazem juntos com
Festa Pomerana em Santa Maria de Jetibá
Anualmente a cidade de Santa Maria de Jetibá organiza a sua tradicional Festa Pomerana. Em um município onde 88% da população é
Samba de roda mirim de Saubara
Hoje fomos conhecer o grupo de Samba de Roda Mirim de Saubara, uma cidade vizinha de Acupe. Dona Anna é sambadeira das
É setembro, é Festa para Cosme e Damião!
Ô Cosme cadê Damião? Ô Cosme cadê Damião? Tá em casa fazendo a oração. Cadê ele? Tá em casa fazendo a oração.
Boi de Janeiro em Itaobim
Quem foi que disse Que janeiro não saía Boi Janeiro está na rua Com prazer e alegria Lá vem o sol Lá
Bumba meu Boi – São Marçal
Aqui no Maranhão recebemos a visita de nossa amiga e pesquisadora de Bumba meu Boi, a Prof. Dra. Soraia Chung Saura, que
Bumba meu Boi – São Pedro
Recebemos aqui no Maranhão a visita de nossa amiga e pesquisadora de Bumba meu Boi, a Prof. Dra. Soraia Chung Saura, que
Bumba meu Boi – São João
Aqui no Maranhão recebemos a visita de nossa amiga e pesquisadora da brincadeira de Bumba meu Boi, a Prof. Dra. Soraia Chung
Meninos caçadores (Parte I)
Ansiosos, gestos rápidos e falas curtas, os meninos insistem em nos levar ao mangue para armar ratoeira e pegar gaiamum (uma espécie
Meninos caçadores (Parte II)
Na ida, todos com passos acelerados mato a dentro com a energia da expectativa de ter ou não algo dentro da arapuca