Território do Brincar
Meninos caçadores (Parte III)
Caçar é coisa de menino grande? Neto tem 2 anos, penúltimo filho de nove irmãos, menino atento e de esperteza voraz. Acompanhando
Meninos caçadores (Parte IV)
A casa era longe, de difícil acesso, inúmeras porteiras para serem abertas e um bocado de bifurcações para adivinhar qual pegar. Não
Praia de Oiteiros
Na praia de Oiteiros, litoral oeste do Maranhão, uma Amazônia costeira ainda conserva alguns de seus traços. Tanto na flora e sua
Carrinho de Boi
A zoada se ouve de longe, se ouve há tempos distantes. Carro bom tem que zoar, tem que se fazer ouvir. Há
Arminha de palha de coqueiro
Há dias que os meninos de Tatajuba vinham nos contando sobre as arminhas de palha de coqueiro. Já conheci um arsenal de
Canoas de isopor
Mar pede navegar, pede flutuar com velas aprumadas com o vento, pede precisão de meninos certeiros no corte do isopor ao construir
Roupinhas de boneca
Rebeca é menina matreira, está sempre com a resposta certa na ponta da língua. Além das respostas, a língua é sempre certeira
Meninos de Araçuaí
Assim que terminou o jogo de “china” (bolinha de gude) perguntei para os meninos porque será que os adultos, hoje em dia,
Batizado de bonecas
Abadia é terra de benzedeiras, parteiras e de ervas que superam a eficácia dos comprimidos, segundo seus moradores. Terra onde romeiros vem
Barquinhos
Com água até o pescoço, Felipe não cansava de ver seu barquinho deslizar ao sabor do vento e da correnteza. Feito por
Agosto é mês dos ventos
Agosto é mês dos ventos e ventos pedem bicudas e arraias no céu. Acupe está atualmente forrada de meninos no porto, na
A confecção do medo: máscaras do Seu Dodô
Debaixo de um pé de manga Seu Dodô cria suas incríveis máscaras de papelão. São máscaras vindas de um imaginário do medo
Produção das saias das folhas de bananeira
Foi no bananal do avô do David que chegamos depois de muito caminhar. Entrando à esquerda ao lado do cemitério, descemos por
Tamanca
Localidade: Acupe – Recôncavo baiano – BA Chinelo velho é matéria- prima de muitos brinquedos. Em Acupe são usados para fazer as
Carrinho de embalagem
Localidade: Córrego da Velha – Vale do Jequitinhonha – MG Alex caminha orgulhoso com o carrinho feito por seu pai. O carrinho
Brincadeira da onça
Localidade: Aldeia Nasêpotiti – Terra Indigena Panará, PA Na aldeia Nasêpotiti muitas brincadeiras se remetem a animais da região, e o mais
Peteca de palha de bananeira
Localidade: Abadia – Vale do Jequitinhonha – MG Não é só de palha de milho que vivem as petecas pelo Brasil. Em
Boizinhos de pau santo
Localidade: São Gonçalo do Rio das Pedras – Vale do Jequitinhonha – MG A semente dá o ano inteiro, assim como a
Carrinhos dos pomeranos
Localidade: Alto Santa Maria – ES Quando chegamos nos avisaram que ali ninguém mais sabia fazer brinquedos. Será? Alguns poucos dias e
Violinha de bambu
Localidade: Comunidade Córrego da Velha – Vale do Jequitinhonha – MG Quando dois senhores se juntam dispostos a recordar e construir brinquedos é
Gangorra Cavalo Cego
Localidades: Alto Santa Maria e Pancas – ES Uma gangorra que sobe e desce e gira ao mesmo tempo, diversão na certa.
Carrinho de madeira
Localidade: Alto Santa Maria – ES Fernando vive na região serrana do Espírito Santo, mas fala melhor o pomerano do que o
Carrinho do Sr. Tolentino
Localidade: Pancas – ES O Sr. Tolentino mora rodeado de gigantescas rochas em uma região lindíssima. Quando criança fazia carros para toda
Lagarta Pintada
Localidade: Tatajuba – CE A “Lagarta Pintada” é uma brincadeira cantada bem popular em vários cantos do Brasil e as meninas de
Pé de cavalo de quenga
Localidade: Tatajuba – CE A quenga é a casca do coco seco. Pé de cavalo é o som que o brinquedo faz
Carrinho de vara
Localidade: Córrego da Velha – MG Nesse intenso intercâmbio de brinquedos e brincadeiras, ensinamos para os meninos do Córrego da Velha um
Carrinho de carretel
Localidade: Tatajuba, CE Em Tatajuba o que não falta é senhoras tecendo redes para os maridos usarem na pesca. Elas tecem, eles
Carrapixo
Localidade: Tatajuba – CE Brinquedo da leveza, da suavidade do navegar em águas calmas, silenciosas. O carrapixo pede apenas uma tira de